Pensar na morte é ultimamente
A minha nova mania, estou doente
Me sinto cercado, me sinto perdido
Não sou amado, não sou querido
Já pensei em me matar com uma guilhotina
Ou talvez com uma faca Tramontina
Quem sabe?
Esmagar a cabeça como gelatina
Choque elétrico seria demorado
Será que daria prá morrer tostado?
Quem sabe?
O certo é: seria enterrado
Veneno, um gole fatal
No copo, uma bebida letal, legal!
Um tiro na cabeça, cérebro no chão
Dentro da cabeça, bala de três-oitão
Mas tesão é pular dum prédio comprido
E me quebrar no chão como vidro.
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