João não sabia o que fazer. Sua vontade era matar os dois no mesmo dia, mas não era idiota. Não jogaria sua vida fora por causa daquela cachorra. Não! Agora era hora de usar a cabeça.
Armou um plano. Nada elaborado como nos filmes; pelo contrário, muito simples. Só faltava pô-lo em prática...
Sábado, cinco horas da manhã. João, com o corpo todo dolorido pela noite mal dormida no sofá – há meses não compartilhava a cama com Marluce – se levanta e vai em direção ao quarto de sua mulher. Entra silenciosamente e sai, momentos depois, com o corpo inerte da mesma. O coloca no porta malas do carro e segue para o centro da cidade.
Na sexta-feira, João havia combinado com Felipe uma pescaria num sítio afastado da cidade. Marcaram de se encontrar na praça da cidade às sete da manhã do sábado. Sem atraso, João encontrou seu colega, se cumprimentaram e rumaram para o sítio.
Chegando ao local da pescaria, Felipe desceu e foi pegar as varas enquanto João sacava um revólver calibre 38. O jovem levou um susto enorme ao ver a arma e começou a gaguejar:
- João, João, o que é isso, cara?
A resposta de João foi um violento soco no rosto de seu “amigo”. Ele desmaiou e ao acordar se viu amarrado a uma árvore sob a mira de João. Aos seus pés estava Marluce, desmaiada e amarrada. Felipe notou que ela tinha diversos hematomas no rosto.
Armou um plano. Nada elaborado como nos filmes; pelo contrário, muito simples. Só faltava pô-lo em prática...
Sábado, cinco horas da manhã. João, com o corpo todo dolorido pela noite mal dormida no sofá – há meses não compartilhava a cama com Marluce – se levanta e vai em direção ao quarto de sua mulher. Entra silenciosamente e sai, momentos depois, com o corpo inerte da mesma. O coloca no porta malas do carro e segue para o centro da cidade.
Na sexta-feira, João havia combinado com Felipe uma pescaria num sítio afastado da cidade. Marcaram de se encontrar na praça da cidade às sete da manhã do sábado. Sem atraso, João encontrou seu colega, se cumprimentaram e rumaram para o sítio.
Chegando ao local da pescaria, Felipe desceu e foi pegar as varas enquanto João sacava um revólver calibre 38. O jovem levou um susto enorme ao ver a arma e começou a gaguejar:
- João, João, o que é isso, cara?
A resposta de João foi um violento soco no rosto de seu “amigo”. Ele desmaiou e ao acordar se viu amarrado a uma árvore sob a mira de João. Aos seus pés estava Marluce, desmaiada e amarrada. Felipe notou que ela tinha diversos hematomas no rosto.
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